Arquitetura e Urbanismo
Arquiteto Fabrício Canuto

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Concelho Regional de Administraç&atildeo

Em pleno século XXI, onde todo o mundo cientifico está com os olhos voltados para a importância de preservação dos recursos naturais e visando o desenvolvimento sustentável da sociedade humana, não cabe mais o desenvolvimento de construções que ignorem a sustentabilidade.

Preocupado com isto, este projeto não visa apenas atender as normas que estabelecem os critério de construção sustentável e eficiência energética, vai alem. Busca atender de forma inovadora as condições ideais de conforto, aproveitando ao máximo as condições naturais que o meio ambiente pode oferecer.

Afinal de contas, a sustentabilidade não é apenas um jargão de mercado, mas a constituição inteligente da arquitetura em suas atribuições.

Utilizamos algumas técnicas já conhecidas para diminuir o impacto ao meio ambiente:

Afim de diminuir a contribuição de calor oferecida por coberturas reflexivas, o projeto propõem plantar vegetação sobre a laje que cobre o edifício. Esta medida não só impede que o calor recebido dos raios solares volte para atmosfera, como ajuda a isolar o interior do edifício contra esta radiação.

As águas pluviais que incidem sobre o pavimento ático e pilotis são captadas, filtradas e armazenadas em reservatórios previstos no pavimento garagem. O dimensionamento destes será determinado por estudo posterior. Está água será utilizada para regar plantas, lavar veículos e abastecer as descargas dos banheiros que servem ao auditório.

A estrutura será mista. As estacas, contenções das paredes do subsolo e paredes estruturais, utilizadas para formar o auditório, serão em concreto armando. Apoiada sobre esta base uma leve estrutura metálica sustentará a torre que terá vigas e pilares metálicos. As lajes serão em concreto fundido sobre chapas dobradas em ferro zincado. Este material já existe no mercado e, da forma que está proposta sua utilização, dispensará o uso de formas em madeira bem como escoras. Para as partes em concreto armado poderão ser utilizadas formas metálicas que podem ser 100% reutilizadas e estão disponíveis no mercado para locação.

As aberturas laterais foram estudadas individualmente para cada fachada e criadas proteções apropriadas para cada uma delas.

Na Fachada Sudoeste, virada para Av. Pref. Waldemar Vieira, foram criados brizes verticais móveis com inclinação de sombreamento de até 67°, impedindo 100% da incidência direta dos raios solares.

Na Fachada Sul foram criados brizes verticais fixos com inclinação de 90° em relação a fachada criando sombreamento de 27°, impedindo 100% da incidência direta dos raios solares.

Nas Fachadas Noroeste e Nordeste foram criados brizes horizontais móveis com inclinação 100% variáveis, impedindo 100% da incidência direta dos raios solares.

As fachadas Sudoeste, Noroeste e Nordeste receberam ainda uma segunda camada em pele de vido ,20 cm afastada da superfície externa da parede. Para tanto utilizamos os 20 cm permitidos pela legislação para fins estéticos.

Esta segunda camada cria um colchão de ar que se movimenta no sentido vertical. O ar entra por venezianas estrategicamente posicionadas sobre as vigas e sai por outras posicionas na parte inferior da viga que sustenta o pavimento acima deste. Este movimento do ar suga o ar viciado do pavimento através da parte superior da janela que abre com sistema de guilhotina. Durante o inverno uma paleta fecha a saída do ar direcionando-o para o interior do pavimento.

Divisórias em vidro com eventuais sistemas de abertura permitirão a circulação do ar por entre as salas facilitando que o ar com temperatura mais agradável de uma fachada alcance os demais ambientes. O ar condicionado central entra em ação quando este sistema não é capas de garantir o conforto necessário. O ar refrigerado é insuflando para debaixo do piso elevado, formando um colchão de ar, onde ventiladores de pequeno porte acoplados ao piso jogam este ar para os ambientes desejados. Pequenas abertura no forro retiram o ar viciado que se forma junto ao teto, contribuindo para a eficiência do sistema. Todos estes mecanismos serão automatizados e controlados por sensores de luz e calor. Para que o sistema funcione é necessário a integração dos vários mecanismos. Alem de ser pré-requisito para receber etiqueta A pela ENCE.

A utilização de piso elevado e pavimentos corridos permitem ainda total flexibilidade na composição dos ambientes e fácil desmobilização dos mesmos.

Aberturas em vidro fixo naparte superior das janelas captam luz direta do sol que são refletidas por "Light Shelf" para o teto, impedindo o ofuscamento nos ambientes próximos as fachadas e aumentando a iluminação natural nas partes mais internas do edifício. O calor gerado e captado pelas aberturas no forro e jogados para fora por movimentação espontânea do ar.

 

 

 

 

 

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